...Amor!
Abelardo e Heloísa morreram, Romeu e Julieta também. Esses são os modelos de amor que temos. Pobre de nós. Os mais prejudicados, acredito, são os homens. Primeiro porque nós mulheres, influenciadas com os "modelos", encontramos o "perfeito" companheiro, vivemos a paixão inicial e depois ficamos querendo reviver, insensantemente, aquele começo que passou. O tempo passa, as pessoas mudam, mas nada disso queremos ver. Não, não pode ser possível que isso passe! Sinto dizer que passa sim! E rapidinho.
O homem, coitado, fica com as cobranças até dele mesmo em viver aquele amor "modelo" que as mulheres tanto querem e exigem. Acabam acreditando também no "modelo". Eles, por serem muito mais racionais, percebem que é impossível muito antes da gente e se culpam, se culpam por não amar intensamente como no início, se culpam por não serem o Romeu ou o Abelardo.
Então não existe amor! Então não existe amor?
Bom, quando cheguei a esta conclusão tive que reconstruir tudo o que ouvi, escrevi, acreditei sobre o assunto. Eis minha conclusão:
Você sabe quando ama quando dói literalmente o fato de passar o resto da vida separado; quando esta dor for maior que o alívio, é o amor.
Quando você se incomoda com a pessoa, quando ela se faz sentir em casa, na cama, esse incômodo é o amor.
Quando você sabe dos defeitos muito bem, convive com eles sem ser infeliz; quando vc pára às vezes e se lembra de algo engraçado que o outro fez, quando você sabe que é a pessoa com quem passaria o resto da vida conversando ou ouvindo.
Quando você olha aquele cara maravilhoso na rua e imagina mil coisas que não convém escrever, mas consegue se controlar e passar direto.
Quando você ri com ele.
Quando você vê que viveria sem o outro, sofreria mas passaria, é amor.
Quando o outro não é a peça principal da sua vida, pois ela não poderia ser ninguém que não fosse você mesmo.
O frio na barriga, o apego, a vontade de transar durante 48 horas sem parar faz parte daquela fase, que passou. No lugar disso, a paz e a tranquilidade de voltar pra casa e se incomodar, rir, chorar...cuidar um do outro.
Acabamos acreditando que só seremos felizes quando viverem esta primeira fase o resto da vida. Ledo engano, passa.... E se ficássemos pulando em cada lugar em busca disso não se construiria nada de concreto, nenhum relacionamento duraria e todos ficariam velhos solitários no fim da vida. E a procriação pararia...
Ao mesmo tempo, o amor tem uma linha muito tênue que se separa do comodismo.
Mas isso eu ainda não aprendi, não filosofei, ou melhor, não sei mesmo e ponto final.
Continuo ensaiando...
O homem, coitado, fica com as cobranças até dele mesmo em viver aquele amor "modelo" que as mulheres tanto querem e exigem. Acabam acreditando também no "modelo". Eles, por serem muito mais racionais, percebem que é impossível muito antes da gente e se culpam, se culpam por não amar intensamente como no início, se culpam por não serem o Romeu ou o Abelardo.
Então não existe amor! Então não existe amor?
Bom, quando cheguei a esta conclusão tive que reconstruir tudo o que ouvi, escrevi, acreditei sobre o assunto. Eis minha conclusão:
Você sabe quando ama quando dói literalmente o fato de passar o resto da vida separado; quando esta dor for maior que o alívio, é o amor.
Quando você se incomoda com a pessoa, quando ela se faz sentir em casa, na cama, esse incômodo é o amor.
Quando você sabe dos defeitos muito bem, convive com eles sem ser infeliz; quando vc pára às vezes e se lembra de algo engraçado que o outro fez, quando você sabe que é a pessoa com quem passaria o resto da vida conversando ou ouvindo.
Quando você olha aquele cara maravilhoso na rua e imagina mil coisas que não convém escrever, mas consegue se controlar e passar direto.
Quando você ri com ele.
Quando você vê que viveria sem o outro, sofreria mas passaria, é amor.
Quando o outro não é a peça principal da sua vida, pois ela não poderia ser ninguém que não fosse você mesmo.
O frio na barriga, o apego, a vontade de transar durante 48 horas sem parar faz parte daquela fase, que passou. No lugar disso, a paz e a tranquilidade de voltar pra casa e se incomodar, rir, chorar...cuidar um do outro.
Acabamos acreditando que só seremos felizes quando viverem esta primeira fase o resto da vida. Ledo engano, passa.... E se ficássemos pulando em cada lugar em busca disso não se construiria nada de concreto, nenhum relacionamento duraria e todos ficariam velhos solitários no fim da vida. E a procriação pararia...
Ao mesmo tempo, o amor tem uma linha muito tênue que se separa do comodismo.
Mas isso eu ainda não aprendi, não filosofei, ou melhor, não sei mesmo e ponto final.
Continuo ensaiando...



1 Comments:
nossa!!!!...acho que já li este texto em algum lugar!
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