Subúrbio é cult....

Trabalho no bairro de Riachuelo, bem próximo à UERJ. Fica entre a UERJ e o Méier. Atrás da editora eu e minha companheira de almoço descobrimos um refúgio. São ruas característicamente suburbanas com árvores e a Igreja de Santo Antônio. Meu preferido é Francisco de Assis, mas simpatizo com Sto. Antônio também.
A vida dá voltas....Pois depois de começar a trabalhar na editora em Riachuelo, descobri que nasci exatamente neste bairro. Existe uma maternidade chamada "Casa da Mãe Pobre"...Isso mesmo minha gente, nasci na casa da mãe pobre. É uma maternidade pública, com especialidade em gravidez de alto risco. Na época de meu nascimento, todos os amigos da minha mãe trabalhavam nesta maternidade. Era praticamente a equipe cirúrgica que formava a roda de amigos de mamy.... Por isso nasci em Riachuelo. Será que é um ciclo que se fecha? Muito estranho vir parar exatamente no lugar do meu nascimento...
Bom, pra mostrar um pouco do bairro, me apropriei de uma foto de um autor nosso: Ivo Korytowski, que é apaixonado pelo Rio e esteve por aqui a tirar fotos e a beber cerveja com carne assada no boteco. O Rio não é só Zona Sul, minha gente!
Acho que deveríamos andar mais com olhos de turista pela vida...



4 Comments:
Este comentário foi removido pelo autor.
Os subúrbios do Rio têm história. Tanto é que o Bentinho, na velhice, resolve escreve a História dos Subúrbios. Sábado estive na Festa da Penha. Está no meu blog. Olho de turista, mesmo estando na cidade natal - é isso aí!
Os subúrbios do Rio têm história. Tanto é que o Bentinho, na velhice, resolve escreve a História dos Subúrbios. Sábado estive na Festa da Penha. Está no meu blog. Olho de turista, mesmo estando na cidade natal - é isso aí!
nasci na praça mauá, na pro matre - pra mamãe, no velho latim - e meu primeiro emprego foi, justamente, na praça mauá. o ciclo não se fecha; se inicia, baby.
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